Já aborrece!
Vai ser do SLB (parte da mãe). FCP e mai’ nada (parte do pai)!
Hellllooooo, já alguém ouviu falar em clube da Barbie? Clube da plasticina?
Como parece ser comum a todo o Tuga, lá terei que fazer a vontade e associar-me a um emblema. Mas, aí está o busílis. Qual escolher? Como de futebol não percebo nada, nem sei se irei querer perceber, provavelmente terei que decidir de acordo com a mascote, com o emblema ou com as cores.
A mãe diz que o dela me dá o privilégio de pertencer ao maior grupo de sócios e adeptos que existe. Já vem no Guinness Book of Records e tudo! O pai, por outro lado, diz que, no futuro, retirarei mais proveito da minha actividade profissional, visto que, começo a semana de trabalho sempre mais feliz e satisfeita. Quanto ao SCP, bom, dizem que é chique…
Estava aqui a pensar para os meus botões, melhor, para os meus adesivos da fralda: sobre os animais representativos destes clubes. Temos um Leão de juba e garras afiadas e uma Águia, igualmente com garras, mas com asas e que voa. Ora, mesmo mitológico, o Dragão tem garras, tem asas e voa. Ou seja, com características iguais aos dos outros, ainda tem a vantagem de cuspir fogo. Sempre tenho a opção dos indiferentes e/ou indecisos - Selecção!
Ainda é cedo. Vou deixar essa decisão para mais tarde. Fixe era um clube de amigos das luzes de árvore de natal, são fantásticas! Ou clube dos soninhos no colito do pai, clube dos brinquedos ou clube… ok, estou a divagar. Vou nanar.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Inês, o nome
Caros colegas recém-nascidos,
Não é muito difícil perceber o significado do nome Inês. É LINDA, ora!
Ok, uma ligeira vaidade nunca fez mal a ninguém, principalmente quando se é sincera, eh, eh.
Adiante.
Foi o papá e a mamã que escolheram. Não sem antes verificarem se dava para fazer coisas giras com o nome. Ou seja, estão “mortinhos” para me ouvirem dizer Inhêshh, com uma ligeira entoação nasal. Também tinha que ficar bem com a “inha” e a partir do momento em que Inesinha lhes serviu…
Para além dos dois apelidos, não me calhou mais nada. Sim, não há cá segundo nome tipo Inês Maria, Inês Matilde, Inês Gertrudes ou Inês Rita. Acho que eles estão seriamente convencidos que nunca vai ser necessário chamar-me a atenção por alguma asneira. São crentes!
O meu papá, ainda antes de eu vir ao mundo, escreveu algo, sobre e para mim, com base no significado que atribuem ao meu nome. Aqui vai:
Agnes
És Inês filha minha
senhora de brava plenitude
brotada de fonte helénica
agora minha doce quietude
perscruto teus jeitos
contidos de acanhamento
e no teu insuspeito apego
vislumbro arrebatamento
Aguardo essa elegância
nos auferidos jeitos
tomadas as defesas
pelos cumpridos feitos
e na minha singularidade
valerei tuas indigências
asseverarei teu amparo
por mais insuficiências
Porque vindouro sangue
é de mim brotado
e de mim sucessora
será sempre enlevado
és filha minha, Inês
de meu ditoso aprazimento
e escudarei teus trilhos
até ao meu fenecimento
Saiu-me um pai poeta, lol. Podia ter saído pior se me saísse na rifa um daqueles que tem a mania que sabe tudo, faz figuras idiotas para eu me rir, gordo e feio que nem uma porta, malcheiroso dos pés…
AAAArrrrrrrrrrrrggggggggghhhhhhhhhh. Mas ele é assim! Façam um teste de paternidade ao homem!!! Ainda pode haver esperança!
Na brinca. Dêem uma espreitadela ao blogue onde ele tem estas coisas escritas ou vejam ali do lado esquerdo outros blogues interessantes em Outros Colinhos (É época de natal, tenho que bajular). Se de nada servir, sempre substitui os sudokus no WC.
Não é muito difícil perceber o significado do nome Inês. É LINDA, ora!
Ok, uma ligeira vaidade nunca fez mal a ninguém, principalmente quando se é sincera, eh, eh.
Adiante.
Foi o papá e a mamã que escolheram. Não sem antes verificarem se dava para fazer coisas giras com o nome. Ou seja, estão “mortinhos” para me ouvirem dizer Inhêshh, com uma ligeira entoação nasal. Também tinha que ficar bem com a “inha” e a partir do momento em que Inesinha lhes serviu…
Para além dos dois apelidos, não me calhou mais nada. Sim, não há cá segundo nome tipo Inês Maria, Inês Matilde, Inês Gertrudes ou Inês Rita. Acho que eles estão seriamente convencidos que nunca vai ser necessário chamar-me a atenção por alguma asneira. São crentes!
O meu papá, ainda antes de eu vir ao mundo, escreveu algo, sobre e para mim, com base no significado que atribuem ao meu nome. Aqui vai:
Agnes
És Inês filha minha
senhora de brava plenitude
brotada de fonte helénica
agora minha doce quietude
perscruto teus jeitos
contidos de acanhamento
e no teu insuspeito apego
vislumbro arrebatamento
Aguardo essa elegância
nos auferidos jeitos
tomadas as defesas
pelos cumpridos feitos
e na minha singularidade
valerei tuas indigências
asseverarei teu amparo
por mais insuficiências
Porque vindouro sangue
é de mim brotado
e de mim sucessora
será sempre enlevado
és filha minha, Inês
de meu ditoso aprazimento
e escudarei teus trilhos
até ao meu fenecimento
Saiu-me um pai poeta, lol. Podia ter saído pior se me saísse na rifa um daqueles que tem a mania que sabe tudo, faz figuras idiotas para eu me rir, gordo e feio que nem uma porta, malcheiroso dos pés…
AAAArrrrrrrrrrrrggggggggghhhhhhhhhh. Mas ele é assim! Façam um teste de paternidade ao homem!!! Ainda pode haver esperança!
Na brinca. Dêem uma espreitadela ao blogue onde ele tem estas coisas escritas ou vejam ali do lado esquerdo outros blogues interessantes em Outros Colinhos (É época de natal, tenho que bajular). Se de nada servir, sempre substitui os sudokus no WC.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Engatinhar na vida II
Caros colegas recém-nascidos,
Hoje estou mais calminha. Uma boa altura para continuar o meu desabafo. Sei que é chato. Já parece as séries de televisão, naqueles episódios onde a tensão e a curiosidade aumentam e, de repente, sai-nos um "to be continued"! Olha! Já falo inglês! Arroz (leia-se porra), que sou boa!
Já referi os vómitos?
5- Não dá a todos, estejam descansados. Pois, é uma coisa aborrecida que nos vem lá do fundo da babigota* e sai-nos pela boca fora. Não confundir com regurgitação! Este escorre, o primeiro espirra. Yap, espirra e suja chão, pai, mamã, espelhos do WC, cão e gato (caso tenham, o que não é conveniente). A vantagem? Raras vezes suja a tua própria roupita, ah, ah, ah. Não deixa de ser desagradável. É um incómodo. No meu caso, tive que fazer exames para despistar outros problemas maiores como infecção urinária, disfunção ou imaturidade da cardia, chamado também de Esfíncter Esofágico Inferior (EEI), ou a probabilidade de ter uma ESTENOSE HIPERTRÓFICA DO PILORO. Nem me peçam para explicar! Procurem na Net! Já me chegou a chatice de andar de médico em médico e de hospital em hospital.
Então, no que é que ficamos? Mudei de leite. Problema resolvido.
6- Já que abordamos o assunto “leite”. O meu primeiro leite foi materno até ao primeiro mês. Depois, a minha fome era maior que a quantidade produzida e surgiu o dilema da Procura e Oferta. Passei a biberão, mais depressa que conseguisse dizer “esterilização”.
To be continued... eh, eh, eh, temos pena!
*Ver significado em Engatinhar na vida I
Hoje estou mais calminha. Uma boa altura para continuar o meu desabafo. Sei que é chato. Já parece as séries de televisão, naqueles episódios onde a tensão e a curiosidade aumentam e, de repente, sai-nos um "to be continued"! Olha! Já falo inglês! Arroz (leia-se porra), que sou boa!
Já referi os vómitos?
5- Não dá a todos, estejam descansados. Pois, é uma coisa aborrecida que nos vem lá do fundo da babigota* e sai-nos pela boca fora. Não confundir com regurgitação! Este escorre, o primeiro espirra. Yap, espirra e suja chão, pai, mamã, espelhos do WC, cão e gato (caso tenham, o que não é conveniente). A vantagem? Raras vezes suja a tua própria roupita, ah, ah, ah. Não deixa de ser desagradável. É um incómodo. No meu caso, tive que fazer exames para despistar outros problemas maiores como infecção urinária, disfunção ou imaturidade da cardia, chamado também de Esfíncter Esofágico Inferior (EEI), ou a probabilidade de ter uma ESTENOSE HIPERTRÓFICA DO PILORO. Nem me peçam para explicar! Procurem na Net! Já me chegou a chatice de andar de médico em médico e de hospital em hospital.
Então, no que é que ficamos? Mudei de leite. Problema resolvido.
6- Já que abordamos o assunto “leite”. O meu primeiro leite foi materno até ao primeiro mês. Depois, a minha fome era maior que a quantidade produzida e surgiu o dilema da Procura e Oferta. Passei a biberão, mais depressa que conseguisse dizer “esterilização”.
To be continued... eh, eh, eh, temos pena!
*Ver significado em Engatinhar na vida I
Gorda? Quem é que é gorda?!
Caros colegas recém-nascidos,
Chamaram-me gorda! Foi o meu pediatra.
Claro, não é gorda no sentido estético mas em comparação com a última vez que me viu. Até o percentil aumentou de 25 para 50!
Ora aí está. Uma bela forma de dizer as coisas com mais tino. – A menina aumentou de percentil. - Agora, gorda!!!
Mas, aumentei de percentil em altura também, eh, eh. ‘Tou grande.
Foi um dia difícil, na sexta-feira. De manhã, vacinas. À tarde, pediatra.
Setenta. SETENTA EUROS por uma vacinazeca! E é a primeira, faltam mais três. Acho extraordinário que tenha de pagar uma fortuna para me picarem e ter uma nódoa na perna, do tamanho dos Himalaias, durante uma semana! Chama-se Prevenar. Caso lhes surja no horizonte, caros colegas recém-nascidos, estejam preparados, porque dói. Possivelmente, não se safam de um dito cujo supositório pelo bum-bum acima!
A outra, vacina correspondente aos três meses, é a MenC (1ª dose). Não dói tanto, mas irra, acabo com uma em cada perna! Agora, é esperar pelos quatro meses para outra dose…
Se não sabem, vejam o PNV - Programa Nacional de Vacinação aqui.
Chamaram-me gorda! Foi o meu pediatra.
Claro, não é gorda no sentido estético mas em comparação com a última vez que me viu. Até o percentil aumentou de 25 para 50!
Ora aí está. Uma bela forma de dizer as coisas com mais tino. – A menina aumentou de percentil. - Agora, gorda!!!
Mas, aumentei de percentil em altura também, eh, eh. ‘Tou grande.
Foi um dia difícil, na sexta-feira. De manhã, vacinas. À tarde, pediatra.
Setenta. SETENTA EUROS por uma vacinazeca! E é a primeira, faltam mais três. Acho extraordinário que tenha de pagar uma fortuna para me picarem e ter uma nódoa na perna, do tamanho dos Himalaias, durante uma semana! Chama-se Prevenar. Caso lhes surja no horizonte, caros colegas recém-nascidos, estejam preparados, porque dói. Possivelmente, não se safam de um dito cujo supositório pelo bum-bum acima!
A outra, vacina correspondente aos três meses, é a MenC (1ª dose). Não dói tanto, mas irra, acabo com uma em cada perna! Agora, é esperar pelos quatro meses para outra dose…
Se não sabem, vejam o PNV - Programa Nacional de Vacinação aqui.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Engatinhar na vida I
Caros colegas recém-nascidos,
E como é que tudo começou?
Ora, como todos os outros bebés, crias de mamíferos e afins. Na babigota (leia-se barriga) da mamã.
Não é para zurzir dos excelsos biberões, mas nada como um cordão umbilical a alimentar constantemente. Nem comento o frio horripilante que apanho cá fora, comparado com a temperatura ambiente onde boiava antigamente. Ou seja, uma resposta meritória a como tudo começou seria – Muito bem! – Porque haveria de alguém se lembrar em alterar a situação? Qual a necessidade em provocar-me este transtorno todo?
Ora, então sigam o meu raciocínio:
1- Primeiro dia, ou minuto se preferirem, uma luz desmesurada e perturbante – “Oláááá, que vem a ser isto e quem são vocês…” – Pimba! Palmada no rabiosque!
2- Primeira hora, e todas as horas, dias, semanas e meses seguintes, fome! Uma coisa que não vos passa pela cabeça. Tenho fome, quero comer! Então, pede. Como? Chora! Ah, e atenção! Se não aprendemos depressa que há choro diferente para cada coisa só tens direito a mama depois de averiguarem fralda, sono, frio e calor, e não necessariamente por esta ordem.
3- Já que tocamos no assunto “fralda”. Onde ficou a acepção do conceito “ao naturel”. Aceito os trapitos de algodão, gorro incluído (que consegui livrar-me dele bem depressinha), que moderaram o meu “bater de dentes” (tem graça porque ainda não os tenho) e o cobertor que me aconchegou. Mas fralda?! Será que é do vosso conhecimento que, depois do desafogar dos meus distintos intestinos, do aliviar da minha ilustre bexiga, a trampa se mantém lá toda?! Eu sei. Chora. – “Ah, a menina deve querer papar…”. Haja paciência!
4- “Picas” é o nome que os grandes lhes dão. Prego! Broca! Perfuradora! E não é uma ou duas vezes, são dezenas! No teste do pezinho, haja sola para tanta picada e aperto. E como se não fosse suficiente, o SNS (sistema nacional de saúde) brinda-te com injecções todos os meses!
Relembrar-me e resumir os meus primeiros e curtos momentos deixa-me transtornada. Se não se importam continuarei outro dia. Tenho fome, estou com frio, tenho a fralda suja e com um sono que ninguém me atura. Agora, juntar quatro tons de choro num único som vejam lá as tarefas hercúleas a que me obrigam! Estou tramada, é melhor ficar só pelo berrar mesmo.
E como é que tudo começou?
Ora, como todos os outros bebés, crias de mamíferos e afins. Na babigota (leia-se barriga) da mamã.
Não é para zurzir dos excelsos biberões, mas nada como um cordão umbilical a alimentar constantemente. Nem comento o frio horripilante que apanho cá fora, comparado com a temperatura ambiente onde boiava antigamente. Ou seja, uma resposta meritória a como tudo começou seria – Muito bem! – Porque haveria de alguém se lembrar em alterar a situação? Qual a necessidade em provocar-me este transtorno todo?
Ora, então sigam o meu raciocínio:
1- Primeiro dia, ou minuto se preferirem, uma luz desmesurada e perturbante – “Oláááá, que vem a ser isto e quem são vocês…” – Pimba! Palmada no rabiosque!
2- Primeira hora, e todas as horas, dias, semanas e meses seguintes, fome! Uma coisa que não vos passa pela cabeça. Tenho fome, quero comer! Então, pede. Como? Chora! Ah, e atenção! Se não aprendemos depressa que há choro diferente para cada coisa só tens direito a mama depois de averiguarem fralda, sono, frio e calor, e não necessariamente por esta ordem.
3- Já que tocamos no assunto “fralda”. Onde ficou a acepção do conceito “ao naturel”. Aceito os trapitos de algodão, gorro incluído (que consegui livrar-me dele bem depressinha), que moderaram o meu “bater de dentes” (tem graça porque ainda não os tenho) e o cobertor que me aconchegou. Mas fralda?! Será que é do vosso conhecimento que, depois do desafogar dos meus distintos intestinos, do aliviar da minha ilustre bexiga, a trampa se mantém lá toda?! Eu sei. Chora. – “Ah, a menina deve querer papar…”. Haja paciência!
4- “Picas” é o nome que os grandes lhes dão. Prego! Broca! Perfuradora! E não é uma ou duas vezes, são dezenas! No teste do pezinho, haja sola para tanta picada e aperto. E como se não fosse suficiente, o SNS (sistema nacional de saúde) brinda-te com injecções todos os meses!
Relembrar-me e resumir os meus primeiros e curtos momentos deixa-me transtornada. Se não se importam continuarei outro dia. Tenho fome, estou com frio, tenho a fralda suja e com um sono que ninguém me atura. Agora, juntar quatro tons de choro num único som vejam lá as tarefas hercúleas a que me obrigam! Estou tramada, é melhor ficar só pelo berrar mesmo.
As mãos!!! Ena!
Caros colegas recém-nascidos,
Xiiiiiii, fui caçada! A mamã apontou: "12/12/2007 - 23:35, a Inês olhou para as mãos e depois meteu na boca e riu-se."
Bem que eu disfarçava mas hoje apanhou-me em flagrante. Já olhava para estas duas coisas há tempos, mas como ainda tinha muitas dúvidas sobre a sua natureza e função, não queria dar parte fraca. Mas, já que fui supreendida nesta minha actividade, melhor do que achar uma piada tremenda e anotar o que fiz e a que horas, que tal explicar-me PARA QUE SERVEM ESTAS DUAS COISAS?!?!
Sim, porque já dei com elas na cabeça, já me arranharam, farto-me de as provar, lamber e babar e... NADA!
Não. Deixa lá. Não me esclareçam. Eu mesma me oriento e acabo por descortinar a utilidade destas coisas mais tarde ou mais cedo... obrigadinha, hem.
Xiiiiiii, fui caçada! A mamã apontou: "12/12/2007 - 23:35, a Inês olhou para as mãos e depois meteu na boca e riu-se."
Bem que eu disfarçava mas hoje apanhou-me em flagrante. Já olhava para estas duas coisas há tempos, mas como ainda tinha muitas dúvidas sobre a sua natureza e função, não queria dar parte fraca. Mas, já que fui supreendida nesta minha actividade, melhor do que achar uma piada tremenda e anotar o que fiz e a que horas, que tal explicar-me PARA QUE SERVEM ESTAS DUAS COISAS?!?!
Sim, porque já dei com elas na cabeça, já me arranharam, farto-me de as provar, lamber e babar e... NADA!
Não. Deixa lá. Não me esclareçam. Eu mesma me oriento e acabo por descortinar a utilidade destas coisas mais tarde ou mais cedo... obrigadinha, hem.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Eu
Caros colegas recém-nascidos,
Olá. Eu sou a Inês e este é o meu Blog. Como é óbvio, não sou eu a escrever estas "curtas" da vida mas sim os meus pais. Fazem-me eles o favor de transcrever o que lhes dito, um pouco dissimulado entre os meus gugus dádás.
Tenho, à data de hoje, 3 meses e um dia. Pois, podia ter iniciado esta coisa mais cedo, mas na incapacidade de me pronunciar sonoramente, sem ser através de choro ou matéria aeriforme e aromática, a comunicação gestual com os meus pais não revelou grande sucesso. Mas, serei capaz, certamente, de resumir toda a história numas breves... hummm... meia centena de linhas. A partir daí, conhecidos os meus primeiros noventa dias de vida, é sempre a andar (leia-se escrever, até porque andar, por esta altura, tá quieto! Nem gatinhar quanto mais!).
Olá. Eu sou a Inês e este é o meu Blog. Como é óbvio, não sou eu a escrever estas "curtas" da vida mas sim os meus pais. Fazem-me eles o favor de transcrever o que lhes dito, um pouco dissimulado entre os meus gugus dádás.
Tenho, à data de hoje, 3 meses e um dia. Pois, podia ter iniciado esta coisa mais cedo, mas na incapacidade de me pronunciar sonoramente, sem ser através de choro ou matéria aeriforme e aromática, a comunicação gestual com os meus pais não revelou grande sucesso. Mas, serei capaz, certamente, de resumir toda a história numas breves... hummm... meia centena de linhas. A partir daí, conhecidos os meus primeiros noventa dias de vida, é sempre a andar (leia-se escrever, até porque andar, por esta altura, tá quieto! Nem gatinhar quanto mais!).
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